Postado em 07/07/10, 05:32 | Seja o primeiro a comentar
Postado em 05/06/10, 19:18 | (1) Comentário(s)
PROGRAMAÇÃO:
13/05/2010 – Quinta-feira
05:00hr – Alvorada saindo da capela Nossa Senhora da Guia, com passeata pelas ruas da cidade;
19:30hr – Novena em honra a Santa Rita de Cássia;
23:00hr – Show com Balanço Novo.
14/05/2010 – Sexta-feira
19:30hr – Novena em honra a Santa Rita de Cássia;
22:00hr – Apresentação com violão, da música Asa Branca;
23:00hr – Show com Pele Bronzeada.
15/05/2010 – Sábado
07:00hr – Inscrição dos cavalos a correr;
08:00hr – Início das corridas ;
14:00hr – Entrega de prêmios e almoço para os vaqueiros;
16:00hr – Cavalgada dos vaqueiros pelas principais ruas da cidade e em seguida a benção dos vaqueiros na Igreja Matriz;
17:30hr – Entrega de brindes;
19:30hr – Novena em honra a Santa Rita de Cássia;
23:00hr – Abertura da festa com Banda Pele Bronzeada 00:00hr – Show com Francis Lopes.
16/05/2010 – Domingo
17:00hr – Corrida de pedestre masculino e feminino, e ciclismo masculino;
19:00hr – Novena em honra a Santa Rita de Cássia;
22:00hr – Apresentação de ballet;
23:00hr – Discoteca com Guigo Som.
17/05/2010 – Segunda-feira
19:00hr – Novena em honra a Santa Rita de Cássia;
23:00hr – Show com Carlinhos da Mata;
18/05/2010 – Terça-feira
19:00hr – Novena em honra a Santa Rita de Cássia;
23:00hr – Show com Espírito Musical.
19/05/2010 – Quarta-feira
19:00hr – Novena em honra a Santa Rita de Cássia;
22:00hr – Apresentação de Capoeira;
23:00hr – Show com Espírito Musical.
20/05/2010 – Quinta-feira
19:00hr – Novena em honra a Santa Rita de Cássia;
22:00hr – Quadrilha de adultos ;
23:00hr – Entrega de prêmios da corrida de pedestre e ciclismo;
00:00hr – Show com Banda Skalla.
21/05/2010 – Sexta-feira
19:30hr – Novena em honra a Santa Rita de Cássia;
21:30hr – Leilão da paróquia ;
00:00hr – Show com Maurinho do Acordeom.
22/05/2010 – Sábado
17:00hr – Procissão com Santa Rita de Cássia, em seguida festa da padroeira.
Fonte: Portal 180graus
Postado em 11/05/10, 12:44 | (1) Comentário(s)
Postado em 11/05/10, 12:37 | Seja o primeiro a comentar

Postado em 23/04/10, 10:02 | Seja o primeiro a comentar
Para
Afinal, técnicos ou tecnólogos não entram nessa
conta e o Censo da Educação Superior do Inep (Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) indica que, no ano de referência, formaram-se
nas diversas especialidades da engenharia
47.098 profissionais. Parte da responsabilidade pela
meta está nas mãos da comissão formada pela Capes com o objetivo de propor ações
indutoras e estimular o desenvolvimento da pesquisa, da pós-graduação, da
produção científica e da inovação tecnológica nesta área do conhecimento.
Para Sandoval Carneiro Júnior, presidente da
comissão e diretor de relações internacionais da Capes, a taxa de formação de
engenheiros no Brasil é inferior à de outras nações. .Dos países do BRIC (Brasil,
Rússia, Índia e China), o Brasil é o que menos forma engenheiros. A Rússia
forma 190 mil por ano, a Índia 220 mil e a China 650 mil, diz ele com base em dados
de documento elaborado pela comissão e entregue ao ministro da Educação,
Fernando Haddad.
Mesmo com a recessão em 2009, setores como a construção
tiveram demanda além do esperado. Não só não houve desemprego de engenheiros
como os salários, em média, aumentaram 20%, afirma Marcos Maciel Formiga,
representante da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e membro da comissão
da Capes.
Segundo Carneiro Júnior, um dos riscos imediatos
da falta de mão de obra qualificada é o de encarecimento do setor produtivo.Ele
acredita que as empresas passarão a buscar profissionais estrangeiros, a custos
elevados e com a exigência de adaptação do conhecimento técnico à realidade
local. Além disso, intensifica-se a dependência brasileira de inovação
tecnológica. .O Brasil entra numa fase de crescimento e precisamos sair do
modelo econômico baseado na exportação de materiais primários e commodities, cujo
valor agregado é pequeno., alerta Carneiro Júnior.
De acordo com ele, para mudar esse quadro, é
necessário contar com profissionais capazes de desenvolver inovação tecnológica.
No entanto, para Divonzir Arthur Gusso, pesquisador do IPEA (Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada), não há motivo para voltar os olhos apenas para a
engenharia. Se a economia começar a crescer muito, pode faltar mão de obra de
modo geral., acredita. Ele, que é um dos autores do artigo. Escassez de
engenheiros: realmente um risco?, publicado na edição nº 6 da publicação Radar,
do IPEA, afirma não ser o caso de investir na criação de novos cursos, mas de
corrigir os rumos da formação.
Combate à evasão
Carneiro Júnior é contundente ao afirmar que o
principal desvio é a evasão universitária, tendo sido o que motivou a Capes a
criar a comissão.
Segundo dados por ele apresentados, a evasão,
mesmo em IES (instituições de Ensino Superior) públicas chega a 60% e atinge
75% em entidades particulares. Vagas temos de sobra. Em 2007, 450 mil alunos se
inscreveram para 198 mil vagas de engenharia, mas dessas, apenas 115 mil foram
preenchidas. Sobraram 80 mil ociosas, diz.
A mesma opinião tem o professor Alexandre
Pacheco, coordenador da comissão de graduação da escola de engenharia da UFRGS (Universidade
Federal do Rio Grande do Sul) onde, afirma, apenas no curso de Engenharia
Civil, todos os anos são oferecidas 175 vagas, com ingresso de cerca de 150
alunos. Segundo ele, apenas em torno de 80 chegam a se formar.
O pessoal tem muita dificuldade nos primeiros dois anos, quando a evasão é pronunciada., declara Pacheco. Um dos motivos para a evasão seria o perfil estritamente acadêmico do ciclo básico a maior responsabilidade.Depois que entra na parte profissionalizante, o pessoal costuma engrenar, faz estágios e iniciação científica,acrescenta ele.
Autor/Fonte: JMN
Postado em 09/04/10, 09:17 | Seja o primeiro a comentar
O GURGUÉIA NÃO É APENAS UM SONHO!
Por José Mendes de Sousa Moura*
O mapa geopolítico do Brasil precisa mudar para alcançarmos desenvolvimento social pleno. De fato, para que todos os componentes da sociedade brasileira sejam beneficiados é necessário que o capital humano e os gestores públicos interajam entre si e criem condições para a geração de riquezas e bem-estar social. Para isso acontecer, é preciso repensar um novo mosaico político-geográfico brasileiro, com a criação de mais estados federados mediante a divisão daqueles que têm áreas territoriais distantes e desassitidas.
Nesse sentido tramitam atualmente no Congresso Nacional mais de uma dezena de Projetos de Lei voltados para a criação de novas unidades federativas. Pelas propostas apresentadas, todas as regiões seriam subdivididas:
· No Sul seria criado o estado do Iguaçu, mediante a divisão do Paraná e Santa Catarina;
· No Sudeste seriam criados os estados de São Paulo do Leste, Minas do Norte, Triângulo e o estado da Guanabara voltaria a existir;
· No Centro-Oeste teríamos Araguaia, Mato Grosso do Norte e Planalto Central;
· O Nordeste ganharia os novos estados do Maranhão do Sul, São Francisco e Gurguéia;
·
Na região Norte surgiriam os novos estados de Tapajós, Solimões e Carajás, e
ainda os territórios federais do Marajó, Alto Rio Negro e Oiapoque.
De todos os Projetos de Lei, o que
cria o Maranhão do Sul, formado pelas porções meridional e ocidental do atual Maranhão,
está mais adiantado. O do nosso Gurgueia, salvo engano, vem em segundo
lugar.
Dividir o Piauí para criar o
Gurguéia não deve ser entendido de maneira simplista, como uma quimera
política, pela qual grassaria o oportunismo e criariam cargos públicos para o
desfrute dos políticos que são favoráveis à divisão. A questão tem uma dimensão
nobre e bem mais ampla do que se possa imaginar, encerrando-se no princípio
segundo o qual “o desenvolvimento de uma região dependerá do melhor
aproveitamento de suas potencialidades”.
É fato histórico que o sul do Piauí ficou em segundo plano no processo de desenvolvimento do estado e desprezado ou pouco assistido pelos governos ao longo dos tempos. Por muitos anos a construção de rodovias federais e estaduais, por exemplo, se concentrou na região norte, opção clara na esfera do governo estadual para o início da implantação de rodovias. Com os dois terços do território ao sul sem estradas, embora com enorme potencial agrícola e responsável pela maior parcela da produção agropastoril, a região ficou praticamente isolada e apresentando grandes vazios demográficos.
O processo de construção de estradas na região começou timidamente na década de 1960, quando o governo estadual construiu a antiga PI-4 ligando Floriano a Corrente, promovendo desta forma a ligação da região norte com a Bahia e o Distrito Federal. Atualmente a antiga PI-4 é constituída pelas rodovias PI-140 (trecho Floriano – Canto do Buriti); PI-141 (trecho Canto do Buriti – Elizeu Martins) e BR-135 (trecho Elizeu Martins – Divisa PI/BA), que formam o grande eixo rodoviário do Gurguéia. Na região, ganha destaque como um eixo coletor a PI-397, batizada de transcerrados, ligando o município de Sebastião Leal à PI-254 e daí a Santa Filomena, atravessando as serras da Estiva, do Uruçuí e do Quilombo por um providencial divisor d’água. No modal ferrovia a perspectiva de conclusão da transnordestina, atravessando o Gurguéia até alcançar Pernambuco, passando por Elizeu Martins, traz esperança de mudança nas atividades econômicas da região.
Assim como o governo estadual não
consegue estruturar o Piauí com obras que realmente alavancam o
desenvolvimento, o governo central também tem se mostrado alheio aos anseios
dos piauienses. Segundo Felipe Mendes “a única grande obra estruturante da
economia piauiense, realizada pelo governo federal, foi a Hidrelétrica de Boa
Esperança, implantada entre 1964 e
O Piauí tem enormes potencialidades
para progredir, porém sua configuração territorial não favorece o
desenvolvimento sustentável e harmônico. Com mais de mil quilômetros separando
seus extremos norte e sul, o estado tem carência de infraestrutura em todos os
setores. E a região sul é a que mais sofre com essas mazelas.
Conclui-se, portanto, que a criação do futuro estado do Gurguéia significa o equilíbrio, ou seja: redenção para a sua população e maior proveito para o novo Piauí.
* Engenheiro Civil, Conselheiro e Coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil do CREA-PI, 2º Diretor-Financeiro do CEDEG.
Postado em 10/03/10, 08:41 | Seja o primeiro a comentar
Postado em 05/03/10, 00:58 | Seja o primeiro a comentar
Postado em 09/02/10, 09:50 | Seja o primeiro a comentar

Postado em 02/02/10, 08:51 | Seja o primeiro a comentar