São João do Piauí, 18 de maio de 2012
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25/01/2012 - 07h48

Agrônoma analisa figueira do Frei Henrique.

Agrônoma diz que construção de praça não foi o fator causador da morte da figueira.

 


Um dos assuntos mais comentados no município de São João do Piauí, sem duvidas, é o acontecido com a figueira em frente ao Instituto São João Batista. Próximo de completar seus 54 anos, a figueira começou a perder sua folhagem desde o dia 18, de lá até aqui, o que se vê, onde era vida e beleza, hoje só uma cena desagradável de uma velha arvore desfolhada e prestes a morrer.
 
A senhora Expedita Alves das Mercês, uma das pessoas que ajudou a plantar a figueira, nos últimos dias, tem se preocupado bastante em resolver o que de fato pode ter acontecido com a árvore. Na manhã de segunda-feira 23, aconteceu uma reunião no Instituto São João Batista, na qual foi mencionado pelo assessor de comunicação da prefeitura, que o prefeito Roberth sensibilizado com a situação solicitaria a vinda de um especialista na área para dar mais clareza ao fato ocorrido, até porque segundo ele a figueira é um patrimônio não só do instituto, mas também do município. Disse o assessor de comunicação. 

               

Na tarde desta terça-feira 23 a agrônoma formada na Universidade Federal do Piauí (UFPI), Josélia Machado Alves de Teresina, esteve no local onde fez uma declaração do caso, ela veio ao município a pedido da Construtora Cecou LTDA. Para Josélia a obra não foi o fator causador da morte da figueira, pois segundo ela há também outras plantas que não foram afetadas, ela falou ainda que a arvore não esta no seu habitat natural, o que pode ter contribuído para deixar a arvore mais frágil e com seu tempo de vida comprometido, já que uma figueira semelhante a do Frei Henrique tem a capacidade de viver mais de 500 anos, isso no habitat natural da arvore. Ressaltou a agrônoma.

                   
                                                                                                                Josélia Machado Alves 
                   
                                                      Professora Espedita observa o pé de figueira

Outro fator externado pela agrônoma seria que a figueira não estava mais sadia, isso também pode ter contribuído muito para o que aconteceu com a figueira, já que ele perdeu rapidamente sua folhagem. 

Ainda não ficou bem claro só com as explicações da agrônoma que disse que a arvore ainda não morreu, já que ainda esta brotando pequenas folhas, mas só mesmo um estudo com coleta de material e analisado em laboratório pode dar um diagnostico preciso do que realmente esta matando o pé de figueira.   

Autor/Fonte: Cirano Sousa/Wberlanil Dias

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