São João do Piauí, 21 de janeiro de 2017
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Notícias | Blog

Gil Carlos se torna prefeito-secretário e secretários viram incompetentes em SJPI

Ausência de autonomia do primeiro escalão e centralização do poder na mão do prefeito municipal de São João do Piauí, são fatores que contemplam secretários incompetentes e preguiçosos. Infelizmente, muitos não fogem a essa regra, e quem sofre diretamente é a população. Não adianta nem pedir a cabeça de auxiliares do prefeito Gil Carlos, uma vez que a troca em algumas pastas são apenas atos administrativos de exonerações e nomeações.
 
As principais pastas administrativas do município são exercidas somente para preenchimentos de cargos, vejamos:
 
Obras e serviços públicos: Nenhuma obra, ou serviço é feito sem o conhecimento do prefeito e sua total autorização, nem mesmo troca de lâmpadas, segundo informações já esta em andamento a troca do secretário Celso, resta saber por quem. Sem autonomia ou competência para fazer alguma coisa, a cidade continua cheia de matos, ruas cheias de esgotos, e etc.
 
Saúde: Todos os procedimentos têm que passar pelo prefeito, de uma simples compra até mesmo a transferência de um doente para Teresina. Para o povo que precisa de assistência médica a pasta já esta perdida há muito tempo, a troca de secretárias evidencia isso. Com uma gestão incapaz de solucionar problemas de baixa ou média complexidade, o prefeito prometeu na troca arrumar "esse cômodo” de sua desajeitada casa, mas até agora nada.
 
Educação: o secretario assumiu a pouco tempo justamente porque sua antecessora não conseguiu desenvolver e botar a secretária para andar, não tinha autonomia para negociar com professores, nem funcionários, o que minou sua estádia na secretaria. O novo secretário tem competência, resta saber se o prefeito vai deixa-lo trabalhar.
 
A percepção negativa se estende a quase todos os auxiliares do prefeito Gil Carlos, o prefeito não possui uma boa equipe de governo.
 
A escolha dos secretários, entretanto, foi dele, Gil Carlos. E essa escolha traz consigo um traço marcante de incompetência. Acredito eu, temos hoje em São João do Piauí um prefeito-secretário, que opta por esvaziar os afazeres dos seus assessores e secretários, a responsabilidade de comandar as secretarias deveria recair sobre os ombros dos seus escolhidos.
 
Os desmandos criaram raízes profundas na máquina pública a partir de sua ascensão como prefeito. Não há dúvidas que o prefeito Gil Carlos é o maior responsável pelo fracasso que tem sido sua administração até aqui. A administração que ele sonhava fazer só existe na cabeça dele e dos seus inúmeros asseclas. A cidade continua o mesmo caos de antes, ou ate pior.
 
Além de privilégios, a prefeitura tem proporcionado desperdícios de dinheiro público com obras malfeitas. Cito aqui a passagem molhada, que foi reinaugurada com tanto estardalhaço, devido a péssima qualidade do serviço, a obra teve que ser refeita algumas vezes.
 
O governo municipal do prefeito Gil Carlos em São João do Piauí é um governo que alguns analistas chamam de esquizofrênico.

Em 21/05/15, 15:13

Análise da Mensagem do Prefeito à Câmara

O fim do loooongo recesso da Câmara Municipal foi interrompido na semana passada. Como determina a Constituição, o início do ano legislativo foi marcado com a leitura da mensagem do Executivo ao Poder Legislativo. 

Da internet, extraímos que "a Mensagem é um instrumento por meio do qual o Poder Executivo presta contas à sociedade, tornando públicas suas ações. Além das principais realizações de cada setor de governo, tais como objetivos alcançados e evolução dos indicadores dos programas, a Mensagem de Governo traz uma análise detalhada do contexto em que o Município se insere, ressaltando aspectos da atual conjuntura econômica e social, bem como apresenta o desempenho das contas públicas frente a esse contexto."

O Prefeito Gil Carlos(PT) convocou todo seu staff e esteve na Câmara lendo sua Mensagem. Mas o que se viu não foi nenhuma prestação de contas, apresentação de indicadores ou desempenho das contas públicas. 

Gil Carlos resumiu-se, mais um vez, a fazer um discurso político, como se ainda tivesse em cima de um palanque eleitoral e fosse um candidato. Sob aplausos de seus asseclas, falou sobre uma São João do Piauí que só deve existir no seu imaginário e fortaleceu uma certeza que tenho: queria morar no país, no Estado e na cidade da propaganda do PT. 
Nada de indicadores. Nenhuma menção às contas do município - onde entraram, segundo relatório da própria Prefeitura publicado no Diário Oficial, mais de R$ 32,7 milhões de reais líquidos em 2014 -, nenhum relatório de resultados obtidos ou publicidade de suas ações. 

Para simbolizar isso, basta dizer que a expressão "velha política" foi citada quatro vezes pelo prefeito em seu discurso. A palavra "passado", foi usada outras cinco vezes. Já a palavra "futuro" foi usada apenas duas vezes em seu discurso. O Prefeito continua governando com os olhos voltados para trás, na desesperada tentativa de desqualificar seus antecessores para justificar a incompetência da sua administração. 

Ouvi atentamente, e mais de uma vez, o discurso feito por Gil Carlos na Câmara Municipal. Alguns trechos me chamaram atenção, que transcrevo e comento abaixo:

"Primeiros passos de um novo caminho feito por todos.”
Aqui mais um vez o apelo eleitoreiro do discurso. Mas como falar em primeiros passos de uma administração que já ultrapassou a metade? É sempre tempo de semear, mas também já era tempo de se colher resultados.

"Somos um Governo obediente aos princípios da moralidade, impessoalidade e da transparência, norteadores que são da administração pública.”
A palavra "transparência" é citada três vezes no discurso do prefeito. Mas que transparência, se a prefeitura descumpre a lei e sequer mantem na internet um portal da transparência, que é um direito de todos os cidadãos, para que saibam das receitas e despesas do município? Falar em transparência em São João é um atentado ao discernimento das pessoas, é julgar que elas não têm conhecimento da lei e de seus direitos, e desprezá-los. 

"Nossa administração é focada em superar os problemas do município.”
Matérias têm denunciado abandono de ruas, avenidas, locais de prática de esportes, praças e etc em São João do Piauí. Em programas de rádio, cidadãos diariamente mandam dezenas de mensagens relatando problemas no município. Se esse é o foco da Prefeitura, um passeio pelas ruas da cidade pode comprovar que seu foco tem sido um completo e irrestrito fracasso. 

"Já podemos falar em conquistas. Não obstante ainda é pouco, ante a grandiosidade que desejamos. (...) Muito mais está por vir, seja neste mandato, seja nos próximos a nos suceder.”
Aqui se tem mais uma prova do fim meramente eleitoreiro das palavras do prefeito. Nem ele próprio deve acreditar nas palavras que diz. Otimista, já empurra para os próximos prefeitos a responsabilidade de se ver os avanços que a população espera e merece. Estaria Gil Carlos reconhecendo a incapacidade de sua administração e jogando a toalha?

"Tivemos que defender o município da absoluta falta de projetos e planejamento.”
O Governo Federal mantém na internet o Portal de Convênios. Prefeituras e Estados ali cadastram seus projetos para a captação de recursos federais. Desde janeiro de 2013, a Prefeitura de São João teve apenas três projetos aprovados por ministérios do Governo Federal:

- R$ 995 mil no Ministério do Turismo para a reforma da Praça Honório Santos. Já entramos em 2015 e nada de início nas obras.
- R$ 623,5 mil no INCRA para recuperação de estradas vicinais. Não custa lembrar que os municípios piauienses receberam doação de máquinas para esse tipo de obra mas que aqui, em São João, parecem só servir para ornamentar a cidade em época de festejos, conforme denunciou um portal da capital. 
- R$ 433,3 mil no Ministério do Desenvolvimento Agrário, para aquisição de animais e conjuntos forrageiros. Esses recursos na verdade são destinados ao Colegiado do Território da Cidadania da Serra da Capivara que apenas escolheram a prefeitura como intermediária para o recebimento dos recursos.

Então, de que planejamento e projetos o prefeito fala? Isso pode ser considerado o projeto de futuro que a cidade espera, deseja e merece?

"Pela primeira vez nosso país está fora do mapa da fome da FAO, da ONU, fruto da política de governo de programas que também chegaram a nosso município nos últimos 2 anos. "
Ao defender o Governo da Presidente Dilma, o prefeito mostra estar desatualizado das estatísticas. Números recentes do IPEA mostram que a quantidade de pessoas em situação de extrema pobreza aumentou pela primeira vez no Brasil, desde 2003, interrompendo uma trajetória de redução contínua da miséria. (Veja AQUI)

E a propósito, os programas de redução da pobreza, como o Bolsa Família, não chegaram em São João nos últimos 2 anos, prefeito. Já existiam antes. 

"Enganam-se aqueles que espalham boatos de que esquecemos os mais humildes. É o oposto.(...) Ampliamos em muito o atendimento a pessoas necessitadas, como bem caracterizam o número de aposentados. "
Como assim? A Prefeitura agora é quem decide quem pode ou não se aposentar? 

"Saúde uma questão de solução difícil e onerosa, mas avançamos na atenção básica.”
Aqui mais um vez o prefeito apresenta problema e nenhuma solução. Avançamos na atenção básica: Perguntemos ao João Buré.

"Estamos construindo 2 novas Unidades Básicas de Saúde. Aumentamos o número de equipes do PSF. - NASF distribuiu 120 benefícios em parceria com o CEIR, como cadeiras de rodas. O Hospital Teresinha Nunes de Barros será alvo de nossas ações. Não conseguimos parceria na gestão do hospital nesses dois anos, o que representou um piora no atendimento e uma dívida que supera os R$ 700 mil reais.”
Primeiro: as unidades básicas de saúde não são uma iniciativa da Prefeitura Municipal, mas do Governo Federal. Elas fazem parte de um conjunto de 195 novas UBS´s destinadas a todo o Piauí pelo Governo Federal. Ou seja, seriam construídas independentemente do prefeito que aqui estivesse. 

Segundo: Distribuição de 120 cadeiras de rodas? É importante para quem necessita, mas o pessoal da Amiste, sob a coordenação do Irineu, já fez muito mais sem precisar de dinheiro público ou ajuda do CEIR. 

Terceiro: Se o Hospital está sucateado e cheio de dívidas, muito se deve à administração do Prefeito, que deixou de repassar os recursos que devia ao hospital, descumprindo convênio que mantinha com a Secretaria Estadual de Saúde. 

Implantamos a Previdência própria. Luta de 12 anos do Sindicato. Graças ao valor e ao respeito que damos ao servidor municipal. Remuneramos com civilidade.
A Previdência foi uma iniciativa da Prefeitura, que passou a gastar menos com a previdência.Não dos servidores. Só o tempo mostrará se foi uma decisão acertada. Quanto ao respeito aos servidores, perguntem o que eles acham? Por que será que as greves se tornaram uma constante no município?

"Restilizamos a cidade junina e valorizamos nossos festejos. Iniciamos o projeto de resgate do carnaval”
Ah...o que já foi nossos festejos. Nem uma emenda de R$ 100 mil do deputado Assis Carvalho em 2014 o prefeito não conseguiu aproveitar, porque o projeto que enviou ao Ministério do Turismo foi reprovado. Perdeu-se o dinheiro. E falar que a prefeitura vem resgatando o carnaval? O carnaval em São João só existe por conta da iniciativa e da dedicação de sanjoanenses que fazem os blocos de rua, sem mérito algum a ser dado à prefeitura. 

Por fim, em seu discurso Gil Carlos cita ainda algumas obras que ele julga prioritárias e que, segundo ele a serem iniciadas ainda neste primeiro semestre:
- Esgotamento sanitário
Obra do Governo Federal. São João aqui, mais uma vez, é contemplada com política do Governo Federal, com recursos do PAC. A obra não dependeu de iniciativa da Prefeitura. 

- Reforma da praça Noé Carvalho.

- Pavimentação e duplicação da avenida Cândido Coelho.
Obra do Governo do Estado. Iniciada, propagandeada (o prefeito tirou até foto com uma pá cheia de asfalto) e....... parada, interrompida. 

- Ampliação da rede urbana de eletrificação
Que não se esqueça da iluminação pública, alvo de reclamações diárias dos sanjoanenses. 

- Recuperação da estrada que dá acesso ao Riacho do Ancelmo, atendendo a margem oeste do rio Piauí.
Obra a ser feita com recursos da Codevasf, a partir de emenda do deputado Paes Landim. A obra nunca foi iniciada porque o Governo do Estado nunca depositou a contrapartida do convênio, feito com o IDEPI. 

- Aterro sanitário.
Gil Carlos mencionou que esses recursos são de emenda do deputado José Francisco. Ele sempre evita mencionar o sobrenome, mas todo mundo sabe que o José Francisco é o Paes Landim. As obras nunca foram iniciadas porque a Prefeitura nunca conseguiu resolver as pendências do projeto junto à Funasa. 

Entre as ações prioritárias, o prefeito cita o "Projeto de Lei da Reforma Administrativa" e da "Lei de criação de cargos que fundamentará realização de concursos". Tratam-se de dois projetos que o Prefeito chegou a enviar à Câmara Municipal no dia 06 de janeiro deste ano, mas que, diante de vários protestos principalmente dos servidores municipais, foram retirados. O prefeito deve reenvia-los ainda neste semestre ao Legislativo. 

Por fim, o prefeito demonstra a intolerância que tem à crítica, e que já o levaram a ingressar com algumas ações judiciais contra a rádio Alvorada FM, o Portal Pé de Figueira, e este articulista que os escreve, ao mandar o recado:

"Somos abertos ao diálogo, ao contraditório e à crítica. Mas não temos tempo a perder com os que atiram pedras e ladram pelas esquinas com interesses menores.”

É muita gente nas esquinas, Prefeito. E ladrar ficou reservado aos cachorros. Na verdade, o que os sanjoanenses fazem é manifestar suas insatisfações, e falar da decepção que é a sua administração. 

Em 13/03/15, 13:17

O dinheiro sumiu em São João, e empresas fecham.

A crise econômica que se abateu sobre o país é uma das mais graves por que já passamos. A maioria da população iludida pelo Bolsa-Família não vê que R$ 150 ou R$ 300 não compra mais nada em um supermercado - registro aqui que não somos contra esse programa. Com o aumento da gasolina e da energia elétrica aumenta-se tudo, tudo o que consumimos e que necessitamos vem através de transportes terrestres, e as empresas que produzem funcionam através da energia elétrica, resultando em um grande aumento de preços em itens comestíveis, em material de construção, em tudo.

Mas no município de São João tem sido pior, comerciantes todos os anos passavam por crises econômicas, agora além da crise econômica existe a crise municipal, o município não compra quase nada aos comerciantes locais, salvo aqueles que apoiam politicamente o prefeito fazendo todo tipo de negócios. Matéria do Pé de Figueira que mostra a Prefeitura privilegiando o comércio de Picos exemplifica bem isso. 

O que impressiona é como o prefeito tem feito para prestar contas através dos balancetes enviados ao TCE e a Câmara. O TCE tem feito o seu papel, o número de Conselheiros é que são poucos, tendo em vista o grande número de municípios. O que se percebe é que falta a Câmara Municipal, como grande fiscalizadora dos atos do executivo, fazer o que de direito é o seu papel. Não se tem conhecimento de um só vereador(a) que questione da tribuna da Câmara qualquer empenho do executivo, a imprensa não tem como estar todos os dias analisando e denunciando a mau aplicação de recursos por parte do município; isso cabe ao poder legislativo.

E o município continua dessa forma, o que vemos todos os dias são comerciantes se queixarem que não circula mais dinheiro em São João do Piauí, outros por falta de alternativas tem fechado as portas. Empresas importantes como a Rabelo, a Hortyfrios, concessionária Yamaha e outras menores fecharam as portas em São João, e alegam principalmente a falta de circulação de dinheiro. O fechamento dessas empresas, lojas e comércios tem gerado um grande número de desemprego.

A circulação de dinheiro no município parou, vejamos:

Os aposentados na sua grande maioria estão todos endividados, os empréstimos consignados liberados pelo governo do PT, realizado pelos aposentados através de financeiras de esquina, endividou demais os aposentados, além da pressão familiar que os mesmos sofreram e sofrem para comprarem motos e aparelhos eletrônicos para darem aos seus filhos, netos e etc.

O estado tem muito poucos funcionários, mesmo assim o atraso é constante, além também do endividamento dos funcionários públicos estaduais também por conta de empréstimos.

Sobraria a prefeitura fazer o dinheiro circular no município, com obras, com aplicação de recurso em recuperação de praças e ruas, limpeza da cidade, poda de árvores, comprando material de consumo aqui na cidade, e inúmeros procedimentos que fariam com que a população ganhasse e o dinheiro circulasse.

A grande pergunta feita a população é o que o prefeito está fazendo com tanto dinheiro que entra no município, se falta estrutura para o transporte escolar em algumas regiões, se falta material odontológico, isso quando não está quebrado o equipamento. Falta medicamentos, a estrutura da maternidade está de dar nojo a quem precisa daquela casa de saúde, ruas estão cheias de mato, cheias de lama, cheias de esgotos.

Na prefeitura não se vê um pé de pessoa pedindo uma ajuda, não se vê uma só pessoa no serviço social do município na esperança de obter uma passagem para um doente, ou uma ajuda para um medicamento. O povo sabe que não encontra o prefeito, que costuma passar mais de quinze dias em Teresina e quando chega se tranca com meia-dúzia de apaniguados altas horas da madrugada na sede da prefeitura, que pertencem à panela administrativa da Prefeitura.

Só no dia 10 de cada mês entra em São João do Piauí, através de repasse do governo federal, mais de um milhão de reais- isso mesmo, mais de um milhão de reais- e o que o prefeito tem feito com tanto dinheiro, querendo ainda diminuir os salários dos professores, mas querendo contratar sem concurso?

Será que vamos continuar vendo empresas e comércios fecharem em São João do Piauí? a falta de sensibilidade do prefeito para com o município, seus comerciantes e sua população, é impressionante! 

Mal assessorado o prefeito continua a sua caminhada em busca do fim de São João, diz nos quatro cantos da cidade, quando esta aqui e não em Teresina, que é candidato a reeleição. Acredito eu que ele pense que o sanjoanense é bobo, ele pensa que pode comprar a sua reeleição, achando que para acabar de vez com São João precise de oito e não de quatro anos.

Em 27/02/15, 07:00

A sucessão em São João, veja prováveis candidatos.

A sucessão em São João

De todas as partes surgem sinais que demonstram a existência de vida ativa na sucessão municipal em São João do Piauí, em busca de mudanças e de novos repertórios dos candidatos, o povo assiste a um verdadeiro cenário de lançamentos de pré-candidaturas. 

Trazemos aqui com algumas pré-candidaturas, com alguns que se apresentam na competição eleitoral que ora se avizinha, sem candidaturas forjadas à margem de arrogância ou da ilusão de poderem serem candidatos.

Insatisfação com o Prefeito

É notória a insatisfação atual com o Prefeito Gil Carlos. Muitos alegam sua distância do povo, a forma um tanto arrogante de tratar com subordinados e com a população; a maneira centralizadora como administra; suas constantes ausências do município, inclusive permanecendo a clinicar da capital, Teresina; os atrasos no pagamento de fornecedores; a falta de investimentos na cidade e do cumprimento de promessas de campanha; as paralisações e as constantes ameaças de greves pelos servidores municipais; dentre outros fatores.

Mas essa insatisfação não é só da população. Ela começa entre os próprios aliados do prefeito. Aqueles que se dizem "chefes políticos”, e que acham que vêm tendo pouca atenção do prefeito.

Cisão na situação

Como demonstração da insatisfação de aliados do prefeito com a administração, observa-se que várias candidaturas vêm surgindo no seio da situação. 

Brás Quintans que trabalhou por sua eleição, hoje tem seu filho, também chamado Brás, se lançando pré-candidato.

Da mesma forma, um dos fundadores do PT na cidade, primo do Governador Wellington Dias, que já foi inclusive candidato a prefeito no passado, Lúcio Dias vê se filho, Jardel Dias, também se lançando pré-candidato a prefeito.

Outro aliado de Gil Carlos que ensaia sua pré-candidatura a prefeito é o bancário Vanduil José da Silva. Simples, de origem humilde. Acredito mais em sua candidatura a vereador ou a vice-prefeito.

Temos ainda o vice-prefeito Jesus Pescador que, desde a eleição passada, já mostrou sua vontade de disputar a Prefeitura Municipal, e já mostrou sua decepção com o prefeito Gil Carlos, inclusive em entrevista concedida à Rádio Alvorada FM.

Oposição dividida

A oposição teve dois nomes candidatos a prefeito em São João: Abel Landim, que teve apoio do deputado Roncalli, do ex-vereador Zé Guinguirro, do ex-prefeito Murilo e do deputado Paes Landim; e Alexandre Mendonça, que teve apoio do então prefeito Roberth e da ex-deputada Amparo. 

Observa-se que dos grupos citados na oposição, todos permanecem na trincheira oposicionista. Ninguém aderiu ao lado do prefeito. Bom destacar, ainda, que as duas candidaturas, unidas, tiveram quase 58% dos votos válidos em São João nas últimas eleições. 

É provável que Abel Landim e Alexandre Mendonça, sob a bênção do deputado Paes Landim, marchem juntos nas próximas eleições. Alexandre já votou no deputado na última eleição. 

Entretanto, a candidatura de Alexandre é pouco viável, tendo em vista sua condenação pela Justiça Eleitoral nas últimas eleições, que o deixou inelegível por 08 anos. É pouco provável que o médico consiga reverter tal situação, cujo processo já foi julgado até pelo Tribunal Superior Eleitoral em Brasília. 

Como alternativa, especula-se o nome da mãe de Alexandre, Shirley Mendonça, ou de um nome do PTB, que poderia ser o do próprio Abel Landim, ou o do Dr. Murilo (caso este consiga na Justiça recuperar sua elegibilidade) ou ainda o da vereadora Marcilene Lavôr ou seu irmão, Marcello Lavôr. 

Alexandre não conta mais, entretanto, com o apoio do grupo da ex-deputada Amparo Landim. Assim, Zé Paulo e Leda Landim são dois nomes que surgem em qualquer rodada de conversa política.

Não poderíamos deixar de reconhecer aqui a considerável votação que obteve na cidade o deputado Firmino Paulo, o que fortaleceu, e muito, o grupo político do ex-deputado Roncalli Paulo.

Volto a dizer que acredito em três candidaturas a prefeito, o que abriria três vagas de vice claro, além de espaço para muitos que se lançam candidatos esperando na realidade uma vaga de vice.

Requisitos

Diz-se que candidatura a prefeito é como o funil: tem a boca larga, mas o fundo estreito. A vontade de ser candidato é um dos requisitos para qualquer candidatura, mas não o suficiente. 

É preciso ter também o apoio de partidos e grupos políticos. Ninguém é candidato sozinho. 

Depois, é preciso ter dinheiro. As eleições em São João já mostraram que têm um custo elevadíssimo, a estrutura de uma campanha é enorme.

Por fim, é preciso ter apoio popular: meia dúzia de pessoas dizendo que você é bom e é legal pelo facebook, whatsapp, instagram, não adianta nada.

Mirar em um elefante para acerta uma cotia pode ser o objetivo de muitos, ou seja, se lança candidato para na realidade sonhar com uma vaga de vice-prefeito.

Além de tudo alguns apontam para o fato sensível de que se estamos diante de uma troca de gerações na política brasileira. A política - durante tanto tempo um monopólio, dá mostras, afinal, de que alguns podem se aventurar em candidaturas. Mas a decepção que o atual prefeito impôs a seus eleitores, amigos e etc fez com que diminuíssem ainda mais o lançamento de uma candidatura de "alguém do povo”. Aliás, o prefeito Gil Carlos nunca veio "do povo”, pelo contrário a família do mesmo sempre militou politicamente em São João do Piauí.

Mas em política não esqueçam amigos, até carga d’água pega fogo, aqui é apenas um artigo que reflete a opinião desse humilde jornalista.

Em 10/02/15, 12:24

União dos Paes Landim: mera especulação

O Portal Pé de Figueira está renovado: novo design, nova logomarca, e estamos de volta com o nosso blog falando de política, priorizando em 2015 a atualização do mesmo.

Compreender política não é fácil, especular sobre a mesma isso sim é fácil, nesse meu primeiro artigo escolhi tratar de um assunto que domina as rodas de especulações política em São João do Piauí. Dentre muitos assuntos, como os pré-candidatos a prefeito em 2016, que tratarei no próximo artigo, está a união política da família Paes landim.

Para tratar desse tema recorro a trechos do artigo do "Estadão” (Jornal O Estado de São Paulo), na coluna do jornalista Humberto Dantas, que citou o nome desse humilde jornalista em seu artigo, que diz:

"A família Paes Landim, pelo menos a geração tomada de políticos, é de uma cidade com cerca de 20 mil habitantes, que moram a mais de 500 km da capital. Falamos de São João do Piauí. Lá, a história é um pouco diferente. 

Quem dava as cartas em São João era, aí sim, a família Paes Landim. O domínio era tão grande que foi possível criar grupos rivais sob o mesmo sobrenome. 

A matriarca, que em 2010 soprava mais de noventa velinhas, sonhava com a unidade, algo que costuma ter idas e vindas, como em qualquer grande família. O prefeito de São João em 2012, por exemplo, era Robert Paes Landim, adversário político do empresário, dono de uma emissora de rádio local e candidato a prefeito Abel Paes Landim. 

O vencedor foi Gil Carlos, numa ampla aliança de opositores ao legado de décadas dos divididos Paes Landim. Pelo menos é isso que se apreende nos comentários de Wberlanil Dias, analista da política local 

Assim, quando a família se divide, a união da oposição faz a força – se bem que há quem diga que existem Paes Landim nessa terceira via também.” 

Esse artigo publicado num dos jornais de maior circulação nacional, líder de acessos na internet, trata do assunto mais comentado em São João do Piauí: a divisão da família em apoios a candidatos diferentes afastou o sobrenome Paes landim do poder municipal.

Dado a administração caótica do prefeito eleito com promessas de fazer de São João do Piauí um paraíso na terra, o povo sonha com a união novamente da família Paes landim em uma eleição municipal, fato esse que considero impossível. 

Final de 2014, natal, fotos são tiradas dos membros da família juntos, não todos, em uma confraternização, confraternização essa realizada por uma grande amiga da família, fato esse que tomou as redes sociais como um evento político, o que jamais foi.

Independentemente de qualquer fato, ou até mesmo de qualquer posição, uma reunião natalina pode acontecer, fotos podem ser tiradas, alguns talvez esboçando sorrisos que não existem, alguns demonstrando puramente a alegria de tão festiva data.

Ouvindo aqui em São João o ex-deputado Paulo Henrique Paes landim, do alto de sua sabedoria ouvi a resposta que alguns querem não acreditar: Não existe nenhuma união política da família Paes Landim, representada de um lado pelo Deputado Paes Landim, Paulo Henrique, Murilo, Abel Landim e outros. Do outro lado pela ex-deputada Amparo Landim, Zé Paulo, ex-prefeito Robert Landim e outros.

Como diz um amigo "em política carga d’água pega fogo” não me surpreenderia se no futuro houver essa tão sonhada aliança política. Voltando mais uma vez as minhas conversas com o ex-deputado Paulo Henrique, ele resumiu: "É muito o que acertar, muitas diferenças”.

Resumindo amigos anda resta muita lenha para queimar antes que um candidato possa subir em palanque e dizer: Sou o candidato dos Paes Landim, do Deputado federal Zé Francisco, Paulo Henrique, Amparo, Patró, Carlos, e etc.

No próximo artigo vou tratar da sucessão municipal, pela conta já tem mais de 10 candidatos, uns você nem conhece, outros estão querendo uma vaguinha de vice, outros não tem votos nem para se eleger vereador (a).


Em 31/01/15, 18:12


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